O transplante de rim é uma opção de tratamento para os pacientes que sofrem de doença renal crônica avançada. Segundo dados da ABTO - Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, em 2017 quase 6 mil pessoas receberam rins transplantados. Entre deixar o corpo do doador e chegar ao do receptor, o rim a ser transplantado fica sem oxigênio, o que causa danos ao órgão. Essas lesões são inevitáveis e resultam dos processos chamados de isquemia e reperfusão. A hipóxia (falta de oxigênio) aumenta as chances de rejeição e pode também diminuir o tempo de vida do órgão, mesmo quando o transplante foi bem sucedido. Matheus Costa, em seu projeto de doutorado, orientado por Niels Câmara, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, estudou o assunto. Ambos explicam aqui o problema e a solução que encontraram. O artigo está aberto, na PNAS: Reportagem: Fabiana Mariz, Alan Petrillo Edição: Fabiana Mariz, Isabella Yoshimura, Rafael Simões ### ▶ Canal USP: o melhor da USP, em um só endereço na interne